quinta-feira, 28 de junho de 2012
TEM DE SE REMEDIAR COM POUCO....
A notícia vem nos jornais. O conhecido banqueiro e, agora, presidente da Fundação Gulbenkian, foi reformado como homem da Banco com 351 mil euros anuais, ou seja assim a modos de 25.000 por mês (cinco mil contos doutros tempos). A gente lê e quase não consegue reagir sem dizer uma asneira. Não acreditamos que seja verdade. Esteve num Banco e tem direito a esta "miséria" e aquele que está sentado num banco...de jardim, recebe 300 euros por mês. Bendita igualdade...
terça-feira, 26 de junho de 2012
FELIZMENTE, A ASPIRINA NÃO ENTROU NO SACO
A notícia rebento hoje: mais uma fraude de dezenas de milhões. Desta vez mete medicamentos caros, médicos, delegados de propaganda médica e gente que já morreu. Os medicamentos roubados eram vendidos para o estrangeiro e que precisava deles, só tinha duas oportunidades: ou arranjar uma farmácia que escapou ao negócio ou morrer.
Isto, na verdade, é um país a saque. Mas há muito tempo.
Eu, ao menos, respirei fundo, as minhas amigas aspirinas conseguiram escapar. Felizmente para mim e para os que só tem umas dorzitas.
Isto, na verdade, é um país a saque. Mas há muito tempo.
Eu, ao menos, respirei fundo, as minhas amigas aspirinas conseguiram escapar. Felizmente para mim e para os que só tem umas dorzitas.
VEM AÍ MAIS MAU TEMPO PARA O BOLSO
O Honório Novo diz ter um gato chamado Gaspar. A minha filha também. E eu gostava do bicho, mas confesso que, desde há algum tempo, eu não posso ver o bicho. E até o miar do animal é mais rouco e vagaroso...
Ora, esta tarde, ouvi o ministro dizer que não há mais austeridade, mas... E aqui eu dei um salto. Ai vem, vem, mais a mãozinha meter-se no nosso bolso. É que o dr. Gaspar deixou fugir que se houver necessidade, está escrito no acordo. O vice-ministro PPC também anda assustado. E vem aí mais do mesmo.
Só não sei, nem sequer os 77 economistas que escrevem nos jornais e vão à televisão, como é que a mais austeridade se vai chamar.
A mim já me roubaram o que havia para roubar. Só falta dizer que o ano vai passar a ter seis meses.
Não haverá, nos papeis velhos nos armários de S. Bento, das décadas de 30 a 50, do século passado, que possam dar uma ajuda? Só os números, as operações. O paleio não interessa. É que parece que o mestre de finanças percebia da poda.
Nós já não podemos mais. E a corda já não tem mais que esticar. Pode rebentar.
Ora, esta tarde, ouvi o ministro dizer que não há mais austeridade, mas... E aqui eu dei um salto. Ai vem, vem, mais a mãozinha meter-se no nosso bolso. É que o dr. Gaspar deixou fugir que se houver necessidade, está escrito no acordo. O vice-ministro PPC também anda assustado. E vem aí mais do mesmo.
Só não sei, nem sequer os 77 economistas que escrevem nos jornais e vão à televisão, como é que a mais austeridade se vai chamar.
A mim já me roubaram o que havia para roubar. Só falta dizer que o ano vai passar a ter seis meses.
Não haverá, nos papeis velhos nos armários de S. Bento, das décadas de 30 a 50, do século passado, que possam dar uma ajuda? Só os números, as operações. O paleio não interessa. É que parece que o mestre de finanças percebia da poda.
Nós já não podemos mais. E a corda já não tem mais que esticar. Pode rebentar.
MORRER EM PÉ
Não vou escrever um apontamento que não me tenha chocado e de que maneira! Um testemunho dos tempos que vivemos.
Ao passar numa das ruas já perto da minha residência dei de frente com uma cara conhecida de há muitos anos. Há muito tempo que não nos víamos. O Miguel (nome fictício) pareceu-me com um ar doente e desleixado. Sabia que ele tinha estado a trabalhar fora do país, mas nunca tive notícias da sua estabilidade social. Agora fiquei a saber que regressara a Portugal e a Matosinhos, sua terra natal, em 2010. Ficara viúvo em França, desempregado, e vivendo do apoio de um filho com 45 anos, mas este também a lutar contra os pontapés da vida todos os dias. Regressou a casa de seu velhos pais e procurou emprego, ele que é um técnico especializado, mas tinha 75 anos. Nada arranjou. Recentemente faltou-lhe o pai e, agora vive só com sua mãe e comendo duma reforma já de si reduzida. O Miguel (nome ficticio) disse-me estar farto da vida. Sem dinheiro para um café e sem qualquer ponta de esperança. Conversamos, encostados à parede, e quase choramos. Nos olhos ele ainda vi humidade. Dei-lhe a esperança que se pode dar para quem a mesma não é quase nada. Procurei ajudá-lo e pedi-lhe um novo encontro. Fiquei com medo de o não ver mais.
É este o mundo, o Portugal em que vivemos.
Ao passar numa das ruas já perto da minha residência dei de frente com uma cara conhecida de há muitos anos. Há muito tempo que não nos víamos. O Miguel (nome fictício) pareceu-me com um ar doente e desleixado. Sabia que ele tinha estado a trabalhar fora do país, mas nunca tive notícias da sua estabilidade social. Agora fiquei a saber que regressara a Portugal e a Matosinhos, sua terra natal, em 2010. Ficara viúvo em França, desempregado, e vivendo do apoio de um filho com 45 anos, mas este também a lutar contra os pontapés da vida todos os dias. Regressou a casa de seu velhos pais e procurou emprego, ele que é um técnico especializado, mas tinha 75 anos. Nada arranjou. Recentemente faltou-lhe o pai e, agora vive só com sua mãe e comendo duma reforma já de si reduzida. O Miguel (nome ficticio) disse-me estar farto da vida. Sem dinheiro para um café e sem qualquer ponta de esperança. Conversamos, encostados à parede, e quase choramos. Nos olhos ele ainda vi humidade. Dei-lhe a esperança que se pode dar para quem a mesma não é quase nada. Procurei ajudá-lo e pedi-lhe um novo encontro. Fiquei com medo de o não ver mais.
É este o mundo, o Portugal em que vivemos.
PERDI UM AMIGO
Fui surpreendido com a morte do Joaquim Baptista Pereira. Tinha 80 anos. Uma vida inteira trabalhou na Comercial Gónia, pois era tio de Mário Maia, irmão de sua estimada esposa Geninha.
Durante muitos anos, para além de bom jogador de hóquei em campo, foi também dedicadíssimo dirigente do Leixões e da Associação do Porto. Fomos companheiros de equipa no Leixões e no Académico de Braga. Era um ser humano do mais brilhante quilate. Amigo, sereno no falar e activo na dedicação.
Acabou para a vida e eu não tive oportunidade de lhe dizer adeus. Tarde soube do seu funeral.
À sua família deixo um abraço de solidariedade nesta hora dificil. O Baptista merece ser recordado. Ele era um "Américo Pacheco" do Leixões Sport Clube.
Durante muitos anos, para além de bom jogador de hóquei em campo, foi também dedicadíssimo dirigente do Leixões e da Associação do Porto. Fomos companheiros de equipa no Leixões e no Académico de Braga. Era um ser humano do mais brilhante quilate. Amigo, sereno no falar e activo na dedicação.
Acabou para a vida e eu não tive oportunidade de lhe dizer adeus. Tarde soube do seu funeral.
À sua família deixo um abraço de solidariedade nesta hora dificil. O Baptista merece ser recordado. Ele era um "Américo Pacheco" do Leixões Sport Clube.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
CALMA, MUITA CALMA
Acabei de ler que o Leixões, melhor a SAD Leixões Futebol, é um dos nove clubes que tem o machado sobre a cabeça, quanto à admissão no calendário do futebol profissional da próxima época. Por causa da notícia já recebemos meia dúzia de telefonemas com preocupação.
Ora, meus amigos, isto era de esperar. O Carlos Oliveira e seus colaboradores (se é que os há) não estão parados à procura de soluções, acreditando que dentro dos prazos estipulados tudo se resolverá a bem.
Mas se tudo se resolver, como acreditamos, certamente que muita coisa vai mudar, certamente até a Administração do Clube, melhor da SAD. Vamos ter de apostar numa vida nova. Só poderemos gastar o que tivermos, nada mais do que isso. O futebol do Leixões irá ser aquilo que os leixonenses pretenderem, a par dos matosinhenses que decidam, uma vez por todas, saber que existe o clube com mais de 100 anos.
Repetimos o que já escrevemos: teremos de ser o exemplo para o futebol nacional. Competiremos com o pêlo do nosso cão. Matosinhos sempre teve uma "cantera" de bons jogadores. Vamos jogar só com rapaziada da nossa terra. Eu, por mim, não tinha receio.
E quanto ao resto, muita calma, muita cabeça fria e nada de exageros. A vida não vai para isso.
Ora, meus amigos, isto era de esperar. O Carlos Oliveira e seus colaboradores (se é que os há) não estão parados à procura de soluções, acreditando que dentro dos prazos estipulados tudo se resolverá a bem.
Mas se tudo se resolver, como acreditamos, certamente que muita coisa vai mudar, certamente até a Administração do Clube, melhor da SAD. Vamos ter de apostar numa vida nova. Só poderemos gastar o que tivermos, nada mais do que isso. O futebol do Leixões irá ser aquilo que os leixonenses pretenderem, a par dos matosinhenses que decidam, uma vez por todas, saber que existe o clube com mais de 100 anos.
Repetimos o que já escrevemos: teremos de ser o exemplo para o futebol nacional. Competiremos com o pêlo do nosso cão. Matosinhos sempre teve uma "cantera" de bons jogadores. Vamos jogar só com rapaziada da nossa terra. Eu, por mim, não tinha receio.
E quanto ao resto, muita calma, muita cabeça fria e nada de exageros. A vida não vai para isso.
É URGENTE, CARO PRESIDENTE!
É urgente reparar a Rua de Brito Capelo. Toda a gente o diz e milhentas vezes. Só quem ali passa, todos os dias. Não há dia sem um desastre e alguns graves. As pessoas tropeçam nas nas pedras e muitas das vítimas tem de ser socorridas no hospital. Já vi quem tivesse ficado ferido e com os óculos partidos. Na última sexta-feira, junto do Montepio, mais um acidente e grave. Vemos os estrangeiros a ficarem aflitos sobre os perigos que surgem debaixo dos pés e não só a pessoas de idade.
Caro Presidente Guilherme Pinto, não podemos ficar "pelo vamos tomar providências". É preciso actuar e em força.
É preciso, ainda proibir as cargas e descargas de camiões, quando há espaço para isso nas ruas laterais. Que anda a Polícia a fazer?
Caro Presidente Guilherme Pinto, não podemos ficar "pelo vamos tomar providências". É preciso actuar e em força.
É preciso, ainda proibir as cargas e descargas de camiões, quando há espaço para isso nas ruas laterais. Que anda a Polícia a fazer?
NADA DE COMER SARDINHA E ARROTAR A LAGOSTA
Com grande sacrifício, disso ninguém duvida (e volto a repetir o quanto me custou ver aqueles quatro abnegados dirigentes, entre os quais o presidente que foi ao seu bolso aquilo - e muito - que era seu), há que procurar manter o Leixões somente com aquilo que os leixonenses e matosinhenses quiserem pagar. Temos de dar a oportunidade à nossa gente jovem, com um treinador da nova geração, que ninguém conheça, mas quem saiba trabalhar para o futuro, fazendo nós o valor da equipa com o nosso apoio constante, em treinos e jogos, apoio aos responsáveis. Será um regalo, perdendo e ganhando ver crescer a nossa aposta com a nossa gente e com a juventude que queira e possa vestir as gloriosas camisolas. Sejamos exemplo, o exemplo que o futebol português necessita como de pão para a boca. Não há dinheiro em parte alguma. Os clubes são todos, mesmo os grandes, uma mentira. E nós, Leixões, vamos ser somente o que podemos ser, com sacrificio, mas com verdade. Não podemos comer sardinha e arrotar a lagosta.
domingo, 24 de junho de 2012
O CRIME DA VENDA DO ESTÁDIO DO MAR...
A compra do Estádio do Mar por parte da Câmara de Matosinhos teve o não do Tribunal de Contas. Parece que, agora, depois do recurso do Município, o processo irá ser revisto. E terá de ser feita justiça. O Leixões merece ser ajudado. O Leixões tem de ser ajudado. Como tem sido outros clubes - e bem - no concelho de Matosinhos.
Ao Leça foi pago por duas ou três vezes a iluminação do Estádio, a par do relvado e de inúmeros subsídios; o Perafita teve quase total ajuda para o seu bonito parque desportivo; igual aconteceu ao Lavrense; o Lusitano de Santa Cruz só existe com um benemérito local e a Câmara Municipal; o Padroense tem umas instalações magníficas com um fortíssimo naco da Edilidade matosinhense; o Custóias, idem, idem, aspas, aspas; o Leça do Balio igualmente; o FC de Infesta nos seu terreno da Arroteia e das Laranjeiras enormes ajudas da Câmara lá moram; no Senhora da Hora não houve melhor comparticipação porque o clube tem o seu campo de jogos em terrenos da Santa Casa da Misericórdia do Porto.
Já há muita gente a perguntar: e o Leixões não recebeu nada? Pois recebeu, mas muito pouco para o que já deu a Matosinhos e ao desporto nacional nos seus 105 anos de existência.
Há terras, como Braga, Aveiro, Leiria, Coimbra, e tantos outros que a Câmara local construiu os estádios e entregou-os aos clubes para os gerir a troco quase duma importância simbólica. E o Tribunal de Contas não sabe disso. E nessas terras "beneficiadas" pelos municipios de várias cores politicas, também tem problemas financeiras e de sociedade carente.
O Estádio do Mar, na sua grande força de custos, foi pago pelos pescadores e pelas actividades à volta da pesca e duma terra piscatórica. Só por isso merece respeito.
Ao Leça foi pago por duas ou três vezes a iluminação do Estádio, a par do relvado e de inúmeros subsídios; o Perafita teve quase total ajuda para o seu bonito parque desportivo; igual aconteceu ao Lavrense; o Lusitano de Santa Cruz só existe com um benemérito local e a Câmara Municipal; o Padroense tem umas instalações magníficas com um fortíssimo naco da Edilidade matosinhense; o Custóias, idem, idem, aspas, aspas; o Leça do Balio igualmente; o FC de Infesta nos seu terreno da Arroteia e das Laranjeiras enormes ajudas da Câmara lá moram; no Senhora da Hora não houve melhor comparticipação porque o clube tem o seu campo de jogos em terrenos da Santa Casa da Misericórdia do Porto.
Já há muita gente a perguntar: e o Leixões não recebeu nada? Pois recebeu, mas muito pouco para o que já deu a Matosinhos e ao desporto nacional nos seus 105 anos de existência.
Há terras, como Braga, Aveiro, Leiria, Coimbra, e tantos outros que a Câmara local construiu os estádios e entregou-os aos clubes para os gerir a troco quase duma importância simbólica. E o Tribunal de Contas não sabe disso. E nessas terras "beneficiadas" pelos municipios de várias cores politicas, também tem problemas financeiras e de sociedade carente.
O Estádio do Mar, na sua grande força de custos, foi pago pelos pescadores e pelas actividades à volta da pesca e duma terra piscatórica. Só por isso merece respeito.
Matosinhenses e...leixonenses
Um dia destes fui dar com quatro cidadãos sentados no banco dos réus do Tribunal de Matosinhos. Estavam ali por tiveram a infelicidade de estarem a servir o Leixões. E ninguém quer saber disso, o que é preciso saber é se o clube se inscreve ou não nas provas nacionais de futebol. Como? Não interessa.
Carlos Oliveira, Silvia Carvalho, Fernando Rocha e Rui Costa estavam a responder perante a Justiça como se fossem uns malfeitores. Praticaram o crime de entregar o IVA fora do prazo. E só os Serviços de Finanças e o Tribunal é que ligaram ao caso. Os leixonenses, esses mesmo sabendo o que se passa, nem sequer apareceram a dar uma palmada de alento aos dirigentes. Já não digo ajudar o Leixões, pois isso são poucos ou quase nenhuns que o fazem. Parece que em Matosinhos não adeptos e amigos do Leixões. Doutros clubes sabemos que há, e só o FC Porto tem mais associados que o clube do Estádio do Mar.
Depois o concelho parte-se e reparte-se por inúmeros emblemas, muitos deles também de fora de portas.
Só nos admiramos que haja um Carlos Oliveira, Silvia Carvalho, Fernando Rocha e Rui Costa e mais meia dúzia. De resto, só interessa que o Leixões contrate o Mourinho como treinador e o Ronaldo como jogador...
Pobre clube centenário a quem poucos ligam. Até quando? Quando será que Matosinhos terá leixonenses?
Carlos Oliveira, Silvia Carvalho, Fernando Rocha e Rui Costa estavam a responder perante a Justiça como se fossem uns malfeitores. Praticaram o crime de entregar o IVA fora do prazo. E só os Serviços de Finanças e o Tribunal é que ligaram ao caso. Os leixonenses, esses mesmo sabendo o que se passa, nem sequer apareceram a dar uma palmada de alento aos dirigentes. Já não digo ajudar o Leixões, pois isso são poucos ou quase nenhuns que o fazem. Parece que em Matosinhos não adeptos e amigos do Leixões. Doutros clubes sabemos que há, e só o FC Porto tem mais associados que o clube do Estádio do Mar.
Depois o concelho parte-se e reparte-se por inúmeros emblemas, muitos deles também de fora de portas.
Só nos admiramos que haja um Carlos Oliveira, Silvia Carvalho, Fernando Rocha e Rui Costa e mais meia dúzia. De resto, só interessa que o Leixões contrate o Mourinho como treinador e o Ronaldo como jogador...
Pobre clube centenário a quem poucos ligam. Até quando? Quando será que Matosinhos terá leixonenses?
O ANÍBAL DAS MEDALHAS
No curto espaço de uma semana Anibal Cavaco Silva - o nosso Presidente - recebeu duas medalhas e de ouro municipal. E ainda há quem diga que os Municípios estão mal. Houve visto do Tribunal de Contas?
sábado, 23 de junho de 2012
No Rio e no Menezes
Apesar de se saber, sentir e amargurar a crise, a festa é festa. Sabemos que o Ronaldo veio mesmo a jeito, mas ao vermos o dinheiro que se vai gastar com os festejos do S. João, sobretudo o fogo de artifício ao qual até o Cavaco vem bater palmas (que pena que o vento não faço ondas no Douro), apetece-nos mesmo mandar umas marteladas no toutiço dos presidentes da Câmara do Porto e Gaia. E, também no presidente do Tribunal de Contas. Não acham que é deitar dinheiro fora.
Nós já dizíamos e sentíamos isso, há perto de 20 anos, quando tinhamos responsabilidade nas Festas de Matosinhos, que era um desaforo, por 20 minutos de fogo, pagar 3.500 contos! A tradição mandava e o povo gostava. Mas...
Hoje custará muito mais. E em hora de apertar o cinto, de fome, tudo isto é uma afronta.
Martelada neles. Com força.
Nós já dizíamos e sentíamos isso, há perto de 20 anos, quando tinhamos responsabilidade nas Festas de Matosinhos, que era um desaforo, por 20 minutos de fogo, pagar 3.500 contos! A tradição mandava e o povo gostava. Mas...
Hoje custará muito mais. E em hora de apertar o cinto, de fome, tudo isto é uma afronta.
Martelada neles. Com força.
NÃO SE AGUENTA MAIS
Tinha decidido que não escreveria mais nas redes sociais. Então no facebook nem pensar, tamanha é a pouca vergonha que se encontra em diversos espaços. Regressei, no entanto, ao blog, pois aqui poderei expressar-me e reagir a tudo que me envolve. Desde o Matosinhos triste e sem horizonte (o mar é que só Deus o poderá alterar, e Deus, felizmente, não tem, julgo eu, preferências políticas e, sobretudo, partidárias. O que nós vemos e ouvimos nada de bom prenuncia para a nossa terra. A mediocridade começa a ser a medida porque se medem as atitudes que testemunhamos e nos mais diversos campos da sociedade, está claro, especialmente, nas colmeias partidárias.
E por tal motivo Matosinhos está cinzento, está triste.
Há necessidade de acordar quem gosta da terra em que nasceu ou que escolheu para viver. Tem de haver horizonte.
Ainda há cidadãos que,embora em tempos possam ter vestido a roupagem de convicções politiqueiras, a maioria está desiludida e acantonada. Gente do PS, do PSD, do CDS, do PCP e muitos deles independentes.
Há que pôr toda esta gente a reflectir e a mexer, mostrando àqueles que julgam que podem decidir por todos os outros, que se terão de desenganar e se preparar para ouvir o que certamente não julgavam ouvir. Matosinhos não pode dar a sensação de estar anestesiado.
Há que criar o MOVIMENTO SÓ MATOSINHOS, mostrando que a terra está viva, o mar bonito e o horizonte luminoso.
Basta de tristeza, de gente cinzenta, de seguidores do oportunismo.
É, por tudo isto, que volto a escrever. Espero ter eco das minhas palavras, do meu desabafo. Os anos de vida já são de ter em conta, mas enquanto houver voz e cabeça fresca, contem comigo.
Tinha decidido que não escreveria mais nas redes sociais. Então no facebook nem pensar, tamanha é a pouca vergonha que se encontra em diversos espaços. Regressei, no entanto, ao blog, pois aqui poderei expressar-me e reagir a tudo que me envolve. Desde o Matosinhos triste e sem horizonte (o mar é que só Deus o poderá alterar, e Deus, felizmente, não tem, julgo eu, preferências políticas e, sobretudo, partidárias. O que nós vemos e ouvimos nada de bom prenuncia para a nossa terra. A mediocridade começa a ser a medida porque se medem as atitudes que testemunhamos e nos mais diversos campos da sociedade, está claro, especialmente, nas colmeias partidárias.
E por tal motivo Matosinhos está cinzento, está triste.
Há necessidade de acordar quem gosta da terra em que nasceu ou que escolheu para viver. Tem de haver horizonte.
Ainda há cidadãos que,embora em tempos possam ter vestido a roupagem de convicções politiqueiras, a maioria está desiludida e acantonada. Gente do PS, do PSD, do CDS, do PCP e muitos deles independentes.
Há que pôr toda esta gente a reflectir e a mexer, mostrando àqueles que julgam que podem decidir por todos os outros, que se terão de desenganar e se preparar para ouvir o que certamente não julgavam ouvir. Matosinhos não pode dar a sensação de estar anestesiado.
Há que criar o MOVIMENTO SÓ MATOSINHOS, mostrando que a terra está viva, o mar bonito e o horizonte luminoso.
Basta de tristeza, de gente cinzenta, de seguidores do oportunismo.
É, por tudo isto, que volto a escrever. Espero ter eco das minhas palavras, do meu desabafo. Os anos de vida já são de ter em conta, mas enquanto houver voz e cabeça fresca, contem comigo.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
O SENHOR MINISTRO TEM DE METER O TERMÓMETRO...
O ministro da Saúde, Paulo Macedo, ex-director-geral dos Impostos e administrador do Millenium, quer arranjar a receita para declarar a "insolvência" dos portugueses no que respeita à saúde. São os medicamentos, os transplantes, análises e, agora, descobriu que há 1.000 especialistas a mais nos hospitais! Não haverá um especialista (pode ser o 1.001) que meça a febre e a tensão do senhor ministro? As funerárias vão esfregar as mãos de contentamento com múltiplas chamadas para o fornecimento do sobretudo de madeira e os especialistas, esses, terão de emigrar, enquanto os cidadãos, quando precisarem de cuidados médicos especiais, esperam ter sorte, como no euromilhões... Isto está a ficar bonito. Lá isso está.
domingo, 13 de novembro de 2011
A VIDA NÃO ESTÁ PARA RIR, MAS...
Publicado por Fernando Pires. Demos um riso no fim de um dia triste e chuvoso e queremos reparti-lo com quem tenha sentido de humor. Haverá quem não goste. É de contar com isso. E boa à malta do "Humor da Treta".sábado, 12 de novembro de 2011
A SITUAÇÃO NÃO É PARA RIR!
Com a devida vénia do "Jornal de Notícias" de hoje, mostra-se que ainda há vontade para rir por parte dos senhores Primeiro Ministro e o de Estado e Finanças. Estarão a rir de quê e de quem?Esta gargalhada de Vitor Gaspar irrita quem já anda a procurar como se vai safar dos problemas de amanhã. Enquanto o povo chora, o ministro ri.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
SAUDADES
Trata-se de um documento inesquecível, graças a uma foto de Sousa Mendes (1966) da Praia Nova quando não estava entaipada pelos "galinheiros" dos apartamentos, ainda existia a Refinaria Angola e a Fábrica de Leveduras Seleccionadas e o areal era a atracção de Matosinhos até à Maia. Hoje temos o calçadão, as corridas a pé e de bicicleta, perdendo-se o romantismo doutras épocas. Dizem que é o progresso. Que saudades eu tenho da minha rua de macadame, enormes árvores bem cheirosas, crianças despreocupadas nos passeios, o amolador, o azeiteiro, o homem da fruta, as padeiras e as leiteiras. Pois é, eu sei, estou velho.
ESTE CASAMENTO É QUE NOS ESTÁ A TRAMAR
Este namoro entre a senhora Merkel e o senhor Sarkozy é que nos está a tramar. Os franceses sempre tiveram distância do seu semelhante, enquanto os alemães julgaram-se sempre senhores do mundo.Agora parece que ambos estão a pensar dar o golpe do baú, como dizem os brasileiros, nos seus colegas da "desunião" Europeia, preparando-se para criar uma Comunidade dos Pequeninos, restando aos portugueses voltar a imprimir o defunto escudo. Estamos a ser incorrectos? Então, esperemos mais algum tempo.
HAJA TENTO, SENHORA PRESIDENTE...
Nós ouvimos, tal como muitos milhares de portugueses. E pasmamos com o comportamento da Presidente da Assembleia da República. Disse ela, sem ter travão na língua, no final da sessão de hoje da AR, em palavras bem timbradas: "adiantamos os trabalhos e acabamos uma hora antes, pois é fim de semana e os senhores deputados terão de regressar aos seus circulos eleitorais".Não é de acreditar. Lá que os trabalhos terminassem mais cedo, isso, infelizmente é natural, apesar dos outros trabalhadores, com salários a léguas dos deputados trabalham muitas mais horas. Mas isso de regressar aos seus circulos eleitorais faz rir. Então não é verdade que há deputados eleitos por circulos que mal conhecem? Exemplos? O António José Seguro não reside no Porto e como ele há umas dúzias. É por isso que a vida dos portugueses anda para trás.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
SEM TITULO
Com a devida vénia a Maria Isabel Gonçalves, retirei da sua página do facebook a imagem que publicamos e que tem uns bons anos. Cavaco com os seus ministros, amigos e correlegionários Dias Loureiro e Duarte Lima. Enão escrevo mais nada. Apetecia-nos, mas ficamos pelo apetite...
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