Este homem - Carlos Oliveira - e mais os seus três colegas de Administração da SAD do Leixões, estiveram hoje sentados no banco dos réus do Tribunal de Matosinhos, ouvindo uma sentença de prisão de um ano, com pena suspensa, mas com o carimbo de "criminosos". Ouviram o douto tribunal, sem apelo nem agravo, a tratá-los como malfeitores continuados.
Não queremos discutir esta pedrada da Justiça, mas queremos pois, mais uma vez, a Justiça julgou e condenou gente de bem, gente solidária, gente competente, exemplos na sociedade, só porque se dedicaram a uma causa que é de Matosinhos, lutaram e sofreram dificuldades e na hora do julgamento pela simples falha do não pagamento ao Estado, foram tratados como um qualquer cadastrado. O seu estatuto de gente de bem para nada serviu. A sorrir, andam aí à solta, devedores de milhões, essas sim associações de malfeitores. E alguns até são condecorados.
Por isso, nós todos, sobretudo os leixonenses, devemos procurar e conseguir desagravar esta gente boa que se dedicou até à exaustão fisica, financeira e moral pelos nossos ideais.
A hora é de chamada geral. Os que bateram nas costas de Carlos Oliveira - e que agora não se sabe aonde param! - terão de surgir a seu lado e ajudá-lo a suportar a ciclópica crise que o Clube atravessa, incluindo o seu próprio desaparecimento.
A comunicação social já começou a tratar-nos com gente fora da lei, a colocar ainda mais pedras no caminho do Leixões. Nós não somos clube grato para muitos e alguns dizem ser vizinhos amigos.
Vamos à luta. Sou um leixonense velho, mas o que puder por ajudar e por não deixar enlamear aqueles que, sem qualquer benesse, se entregaram ao nosso Clube.
Carlos Oliveira, Fernando Rocha, Sílvia Carvalho e Rui Costa, obrigado pelo vosso sacrifício e martírio da alma.
Nós temos de limpar o bom nome desta gente e do Leixões. Como? Lutando em todos os espaços da cidade e fora dela. Somos gente e os nossos antepassados não nos perdoariam se ficássemos quietos ou vilmente entretidos na intriga.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
quarta-feira, 11 de julho de 2012
MIAU
Acabei de deitar foguetes por uma neta e ia esquecendo a irmã. Já temos mais uma licenciada e esta em Enfermagem Veterinária. Andou lá por Bragança, pisando a relva, não o Relvas e, agora, venha o gato com reumatismo, o cão com a voz rouca, o canário com o bico inflamado e a vaca com o leite estragada. A Joana, zás, é só calçar as luvas. Parabéns, neta. Não aleijes muitos os bichinhos.
A MINHA NETA MAIS VELHA
Realmente estou velho, mas feliz. A minha neta mais velha - a Inês - já é a senhora doutora (só srª. drª.). Quem diria que aquela coisa pequenina e rosadinha, num instante cresceu e agora já tem no bolso a licenciatura sobre Línguas e Ciências Políticas. Mas fez as cadeiras todas e nos anos não necessárias. Não foi como o ministro Relvas. Parabéns, minha querida. Falta agora ter sorte e aparecer o emprego.
COITADOS DOS JUÍZES
A decisão do Tribunal Constitucional sobre a inconstitucionalidade do corte do 13º. e 14º. meses, a confusão havida no Ministério das Finanças, está a provocar uma onda que vai constituir um "tsunami" nos tribunais. Requerimentos e requerimentos vão dar entrada, sobretudo dos funcionários públicos a reclamar da ilegalidade e a querer o dinheiro de volta. Eu não sou funcionário público, mas sou aposentado e também me meteram a mão no bolso. E que falta me fez. Ai, não perdoo, mas também não hesitarei em entregar o meu papelzinho para o que me roubaram volte à posse dono. Ou há moralidade ou comem todos.
AQUI, SOMOS OS MAIORES!
Diz quem sabe, segundo os números e o que vamos vendo por aí, nas esquinas e nos sítios mais recônditos, alguns fechados em casa com a vergonha, Portugal é o país da zona europeia com o maior índice de pobreza. Infelizmente somos os maiores nas piores situações. E não sabemos quando isto é que vai virar. Ou estou enganado. Tudo tem limites.
RICOS MAIS RICOS E POBRES MAIS POBRES
Segundo a OCDE, apesar do que dizem por aí certos políticos no poder, Portugal é o país dentro da jurisdição daquela organização em que os ricos estão cada vez mais e os pobres, coitados deles, cada vez mais pobres. Trata-se duma situação que já não se registava há muitos anos, apesar do blá-blá politiqueiro.
terça-feira, 10 de julho de 2012
V E R G O N H A!
Segundo recente relatório do comissário do Conselho de Europa, em Portugal estão a emigrar crianças para trabalho infantil e idosos a serem retirados idosos dos lares para as famílias receberem as reformas. Estamos a caír no mundo sem vergonha e sem respeito pelas crianças e pelos velhos. A estes já o Estado lhes quer também antecipar o dia do ponto final através do acesso aos cuidados médios e aos medicamentos. Um país a meter nojo!
ATENÇÃO, MATOSINHOS!
É verdade, caros amigos, querer é poder. Nesta hora em que o Leixões vive de incerteza de continuidade e o seu Presidente Carlos Oliveira, apesar de vergastado pelas chamadas urgentes sobre a área de gestão, de desaires desportivos e de clamorosa falta de apoio para fazer face a uma situação de falência económica e financeira, herdada de tempos em que o gastar não era problema, porque quem viesse atrás fecharia a porta, em que é chamado a Tribunal para responder por faltas que foram cometidas por falta de apoio de todos nós, há que tomar uma atitude, ou não se paga a ninguém e a SAD é tornada insolvente, não podendo o clube ser profissional nem concorrer a provas nacionais, ou, então, voltamos ao clube de 1917, mandando as camisolas rubro-brancas para os distritais da Associação de Futebol do Porto.
A acontecer estas situações é uma vergonha para Matosinhos em mais de 100 anos de história.
Há necessidade urgente de haver quem se junte a Carlos Oliveira e o apoie a resolver tão dramática situação.
O Leixões não pode ter 2.000 sócios contribuintes, enquanto o FC Porto, em Matosinhos terá 10 vezes mais!
O clube tem direito a ser considerado como o mais importante no concelho e como tal ser tratado por quem governa a nossa terra, sem medo das reacções doutros clubes (Leça, Infesta, Perafita, Lavrense, Lusitano de Santa Cruz, Desportivo de Leça do Balio, Custóias e Padroense, tem parques desportivos com cerca de 100% de investimento municipal) da posição inadmissível do Tribunal de Contas no que respeita à venda do Estádio do Mar à Câmara Municipal, com argumentos que não teve para a construção dos estádios de Braga, Aveiro, Coimbra, Leiria e Algarve!
Estamos aqui a fazer uma chamada geral aos meus concidadãos para que se inscrevam como sócios e a tentar sensibilizar empresas como a GALP, APDL, JP SÁ COUTO, UNICER e tantas outras, pois com um pequeno e constante esforço poderão respeitar o povo e a terra de Matosinhos que tem no Leixões uma das realidades queridas da sua longa história.
Não admitimos que não sejamos compreendidos.
A acontecer estas situações é uma vergonha para Matosinhos em mais de 100 anos de história.
Há necessidade urgente de haver quem se junte a Carlos Oliveira e o apoie a resolver tão dramática situação.
O Leixões não pode ter 2.000 sócios contribuintes, enquanto o FC Porto, em Matosinhos terá 10 vezes mais!
O clube tem direito a ser considerado como o mais importante no concelho e como tal ser tratado por quem governa a nossa terra, sem medo das reacções doutros clubes (Leça, Infesta, Perafita, Lavrense, Lusitano de Santa Cruz, Desportivo de Leça do Balio, Custóias e Padroense, tem parques desportivos com cerca de 100% de investimento municipal) da posição inadmissível do Tribunal de Contas no que respeita à venda do Estádio do Mar à Câmara Municipal, com argumentos que não teve para a construção dos estádios de Braga, Aveiro, Coimbra, Leiria e Algarve!
Estamos aqui a fazer uma chamada geral aos meus concidadãos para que se inscrevam como sócios e a tentar sensibilizar empresas como a GALP, APDL, JP SÁ COUTO, UNICER e tantas outras, pois com um pequeno e constante esforço poderão respeitar o povo e a terra de Matosinhos que tem no Leixões uma das realidades queridas da sua longa história.
Não admitimos que não sejamos compreendidos.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
ESTE HOMEM NÃO PODE SER MALTRATADO
Este homem não pode ser maltratado. Há oito anos que serve o clube e há oito anos que vai ao seu bolso para o salvar em momentos críticos. Já lá tem mais de DOIS MILHÕES de euros.
Mesmo que com este sacrifício não faltam os abutres que, todos os dias, o pretendem atacar.
Apesar do seu esforço e dado que Matosinhos não quer saber do seu principal clube, são mais que muitos que deixam correr e, se possível, sobretudo certa camada de políticos, tratar de o asfixiar. Viram na tentativa de venda do Estádio do Mar aquilo que só podem ver os vesgos, os mentirosos, os oportunistas, alguns deles, com algum poder, influenciando as decisões superiores.
Os problemas financeiros, na sua maioria carreados há mais de oito anos por gestões danosas, que este homem tentou e tenta ultrapassar, através duma política de administração firme, correcta e transparente, são enormes, e se se paga o que vem de ontem, não chega para o que acontece hoje.
Sucedem-se os problemas com pagamento de salários, ao Estado e a outros credores com o Carlos Oliveira a ir ao bolso. Mas chegou ao fundo do mesmo. Não há mais. E Carlos Oliveira não paga mais. E faz bem! Matosinhos quer acabar com o Leixões, pois que acabe. Já outros morreram. Ficarão felizes aqueles que não gostam de Matosinhos e muito menos do Leixões.
É a FPF a retirar três pontos; é um trabalhador, sabe-se lá com que razões, a fazer ameaças de provocar a insolvência da SAD e a impossibilidade do clube competir em provas nacionais. É o Estado a ser um problema dificil de ultrapassar, quando milhões e milhões estão por receber oriundos de grandes falcões que jamais farão contas. Mas para esses a vida continua na "primeira divisão". É a Câmara atada de pés e mãos e a nem sequer vir para a rua fazer barulho, acordar a população que pode ajudar. São alguns políticos, muitos deles que nem são de Matosinhos, nem conhecem o Leixões, a criar problemas para decisões que são escorreitas, claras, sem quaisquer pontos obscuros ou de negócio.
Se Matosinhos não acordar, caro Carlos Oliveira, não vale a pena. O seu dinheiro, o seu muito dinheiro e saúde já envolvidos, não terão retorno, mas Matosinhos e o Leixões não merecem ter um servidor como o senhor.
Que acabe o Leixões. Uma maioria de matosinhenses bem o merecem.
Mesmo que com este sacrifício não faltam os abutres que, todos os dias, o pretendem atacar.
Apesar do seu esforço e dado que Matosinhos não quer saber do seu principal clube, são mais que muitos que deixam correr e, se possível, sobretudo certa camada de políticos, tratar de o asfixiar. Viram na tentativa de venda do Estádio do Mar aquilo que só podem ver os vesgos, os mentirosos, os oportunistas, alguns deles, com algum poder, influenciando as decisões superiores.
Os problemas financeiros, na sua maioria carreados há mais de oito anos por gestões danosas, que este homem tentou e tenta ultrapassar, através duma política de administração firme, correcta e transparente, são enormes, e se se paga o que vem de ontem, não chega para o que acontece hoje.
Sucedem-se os problemas com pagamento de salários, ao Estado e a outros credores com o Carlos Oliveira a ir ao bolso. Mas chegou ao fundo do mesmo. Não há mais. E Carlos Oliveira não paga mais. E faz bem! Matosinhos quer acabar com o Leixões, pois que acabe. Já outros morreram. Ficarão felizes aqueles que não gostam de Matosinhos e muito menos do Leixões.
É a FPF a retirar três pontos; é um trabalhador, sabe-se lá com que razões, a fazer ameaças de provocar a insolvência da SAD e a impossibilidade do clube competir em provas nacionais. É o Estado a ser um problema dificil de ultrapassar, quando milhões e milhões estão por receber oriundos de grandes falcões que jamais farão contas. Mas para esses a vida continua na "primeira divisão". É a Câmara atada de pés e mãos e a nem sequer vir para a rua fazer barulho, acordar a população que pode ajudar. São alguns políticos, muitos deles que nem são de Matosinhos, nem conhecem o Leixões, a criar problemas para decisões que são escorreitas, claras, sem quaisquer pontos obscuros ou de negócio.
Se Matosinhos não acordar, caro Carlos Oliveira, não vale a pena. O seu dinheiro, o seu muito dinheiro e saúde já envolvidos, não terão retorno, mas Matosinhos e o Leixões não merecem ter um servidor como o senhor.
Que acabe o Leixões. Uma maioria de matosinhenses bem o merecem.
UM LEIXONENSE INESQUECÍVEL
EDISON DE MAGALHÃES
Dentro de dias faz 38 anos que tragicamente faleceu o dr. Edison de Magalhães. Não foi só a família que ficou de luto, nem o Leixões, nem o futebol português, foi Matosinhos. Hoje, se fosse vivo, teria 81 anos e certamente com os "novos tempos" que ele mal conheceu, Matosinhos teria recebido da sua dinâmica e da inteligência uma mais valia incalculável.
Era controverso, levava tudo na sua frente, mas vivendo numa época que até era os "olhos lindos" de Henrique Tenreiro, nunca se serviu dessa qualidade: só pensava nos pescadores e no Leixões. Muito sofreu a família com o seu "casamento" com cidade. Um homem a quem nunca vi dinheiro na sua mão. O dinheiro para ele não tinha valor.
A família ainda o chora e chorará, mas Matosinhos e quem o conheceu também não esquece, um homem que ficará a marcar para sempre nesta terra, enquanto houver pescadores e o Leixões.
Nesta hora decisiva na existência do Leixões, Edison, mesmo nos seus 81 anos não pararia um só momento para revolver céu e terra para salvar o seu clube.
Edison, no sítio em que estiveres, lembra-te de nós e do nosso Leixões.
Dentro de dias faz 38 anos que tragicamente faleceu o dr. Edison de Magalhães. Não foi só a família que ficou de luto, nem o Leixões, nem o futebol português, foi Matosinhos. Hoje, se fosse vivo, teria 81 anos e certamente com os "novos tempos" que ele mal conheceu, Matosinhos teria recebido da sua dinâmica e da inteligência uma mais valia incalculável.
Era controverso, levava tudo na sua frente, mas vivendo numa época que até era os "olhos lindos" de Henrique Tenreiro, nunca se serviu dessa qualidade: só pensava nos pescadores e no Leixões. Muito sofreu a família com o seu "casamento" com cidade. Um homem a quem nunca vi dinheiro na sua mão. O dinheiro para ele não tinha valor.
A família ainda o chora e chorará, mas Matosinhos e quem o conheceu também não esquece, um homem que ficará a marcar para sempre nesta terra, enquanto houver pescadores e o Leixões.
Nesta hora decisiva na existência do Leixões, Edison, mesmo nos seus 81 anos não pararia um só momento para revolver céu e terra para salvar o seu clube.
Edison, no sítio em que estiveres, lembra-te de nós e do nosso Leixões.
FOI HÁ 51 ANOS!
É verdade. Foi a 9 de Julho de 1971 que o Leixões foi a casa do FC Porto para ser degolado como vencido da Taça de Portugal. Estava tudo preparado para a festa azul e branca. Havia sorrisos portistas por toda a parte, pois nunca houvera uma situação igual, ou seja, a Taça ser disputada em casa de um dos finalistas e, ainda por cima, considerado um campeão e o clube do outro lado da Circunvalação um pequenote com ares de grandeza anunciados durante uma campanha de fazer inveja.
Na tribuna não faltava ninguém, inclusivé lá estava o Presidente Américo Tomás e todo o seu séquito.
A malta do Leixões lá estava, em força, mas ciente do seu tamanho, no cantinho das escadas de pedra do Estádio das Antas.
Mas depois é que foram elas. O grandalhão FC Porto não atinava com a baliza dos de Matosinhos e o Rosas ali estava a dizer que era um dos melhores guarda-redes portugueses. Por seu turno, Osvaldo Silva, tinha contas a fazer com os portistas e causava calafrios na defesa da casa. Afinal a festa anunciada estava retardada. E mais retardada ficou quando do primeiro golo do Leixões. As Antas vestidas de azul gelaram e mais geladas ficaram quando surgiu o segundo golo. Foi o delírio. Faltavam 15 minutos para acabar o jogo e entregar a Taça ao Raúl Machado e já os portões do estádio se abriam para irem saindo os portistas que, ainda hoje, não perdoam ao Leixões tanta falta de respeito.
Em Matosinhos foi o delírio e, ainda hoje, quando se quer calar um adepto azul e branco, não há como lhe falar no 9 de Julho de 1971.
Na tribuna não faltava ninguém, inclusivé lá estava o Presidente Américo Tomás e todo o seu séquito.
A malta do Leixões lá estava, em força, mas ciente do seu tamanho, no cantinho das escadas de pedra do Estádio das Antas.
Mas depois é que foram elas. O grandalhão FC Porto não atinava com a baliza dos de Matosinhos e o Rosas ali estava a dizer que era um dos melhores guarda-redes portugueses. Por seu turno, Osvaldo Silva, tinha contas a fazer com os portistas e causava calafrios na defesa da casa. Afinal a festa anunciada estava retardada. E mais retardada ficou quando do primeiro golo do Leixões. As Antas vestidas de azul gelaram e mais geladas ficaram quando surgiu o segundo golo. Foi o delírio. Faltavam 15 minutos para acabar o jogo e entregar a Taça ao Raúl Machado e já os portões do estádio se abriam para irem saindo os portistas que, ainda hoje, não perdoam ao Leixões tanta falta de respeito.
Em Matosinhos foi o delírio e, ainda hoje, quando se quer calar um adepto azul e branco, não há como lhe falar no 9 de Julho de 1971.
COISAS QUE A DEMOCRACIA TECE
A Democracia tem destas coisas. Qual destes dois é que sujeitou a eleições? E que o povo votou. A quem acertar oferecemos um vale de compras ou o direito a votar em branco próximas eleições.
A MENTIRA DO FUTEBOL
Ninguém tenha dúvidas: cada vez o futebol é mais uma mentira. Para além de andar a enganar o povo e a ludibriar um país em desgraça, é uma mentira constante.
Ouvimos e lemos a comunicação social e vemos o drama e os encobrimentos, nalguns casos a cheirar a crime, para que os clubes se possam chamar profissionais.
É tudo mentira. Os três maiores clubes - FC Porto, Benfica e Sporting - se a torneira da Banca fechar, nem que seja um pouco, desata-se um desatino financeiro naqueles clubes. São milhões de dívidas à banca, que recebe juros elevadíssimos, e que na maioria dos casos tem penhorados os chamados craques.
Todos os dias, nos tempos de preparação das equipas, chegam de todas as partes do mundo vedetas, pagos a bochechos, graças à banca e ao mundo de gente que vive à custa do futebol, gente de todos os quadrantes de comportamentos, verdadeiros vendedores e exploradores de carne humana.
Os jovens portugueses, muitos deles pomposamente referenciados como formados em Academias, acabam ou por emigrar ou acabarem por clubes modestos, numa maioria sem preparação para a vida.
Os outros clubes, sem serem os chamados grandes (?) vivem no limite da insolvência. Contam-se pelos dedos de uma mão aqueles que possuem a sua vida organizada. O resto, meus senhores, está tudo prestes para ir para o maneta.
Começam a chegar os grupos ditos financeiros, que não conhecemos de parte alguma, alguns até dos países emergentes para quem a bola ainda é pouco mais do que quadrada, a quererem comprar clubes na desgraça. Outros clubes, os seus dirigentes, como pedintes, andam pelas secretarias do Estado para conseguirem o perdão e o adiamento do pagamentos das suas dívidas. Há milhares de futebolistas que assinem documentos em que dizem ter recebido aquilo que não receberam e não sabem se vão receber.
Um mundo de mentira. Mas o povo não se interessa por isso. O que quer é que a bola role. Não quer saber como. Não quer saber se muitos dirigentes se desgraçam com tanto ir ao cofre pessoal. Nada disso. O que é preciso é que a bola role e que haja muitos jogadores novos.
Está tudo louco e ninguém coloca a mão nisto. Os presidentes da FPF e da Liga tem a obrigação de chamar a atenção: só pode ter clubes profissionais quem tiver dinheiro para isso. Todos os outros devem jogar o que chamaremos "futebol limpo", "futebol sério" e nada de mentiras que duram 10 meses.
Este ano já alguns clubes acabaram e outros, para surpresa de alguns, vão a caminho.
O nosso futebol é uma mentira. Descarada! E não há quem mande neste país e que mande colocar tudo num plano de seriedade. O que é preciso é que o povo tenha a bola para delirar. Já o outro também assim fazia.
Todos deliramos com os feitos do nosso futebol e não só ao nível de selecções. Mas a nível nacional, por cima tudo são rendas, mas por baixo nem fraldas há...
Ouvimos e lemos a comunicação social e vemos o drama e os encobrimentos, nalguns casos a cheirar a crime, para que os clubes se possam chamar profissionais.
É tudo mentira. Os três maiores clubes - FC Porto, Benfica e Sporting - se a torneira da Banca fechar, nem que seja um pouco, desata-se um desatino financeiro naqueles clubes. São milhões de dívidas à banca, que recebe juros elevadíssimos, e que na maioria dos casos tem penhorados os chamados craques.
Todos os dias, nos tempos de preparação das equipas, chegam de todas as partes do mundo vedetas, pagos a bochechos, graças à banca e ao mundo de gente que vive à custa do futebol, gente de todos os quadrantes de comportamentos, verdadeiros vendedores e exploradores de carne humana.
Os jovens portugueses, muitos deles pomposamente referenciados como formados em Academias, acabam ou por emigrar ou acabarem por clubes modestos, numa maioria sem preparação para a vida.
Os outros clubes, sem serem os chamados grandes (?) vivem no limite da insolvência. Contam-se pelos dedos de uma mão aqueles que possuem a sua vida organizada. O resto, meus senhores, está tudo prestes para ir para o maneta.
Começam a chegar os grupos ditos financeiros, que não conhecemos de parte alguma, alguns até dos países emergentes para quem a bola ainda é pouco mais do que quadrada, a quererem comprar clubes na desgraça. Outros clubes, os seus dirigentes, como pedintes, andam pelas secretarias do Estado para conseguirem o perdão e o adiamento do pagamentos das suas dívidas. Há milhares de futebolistas que assinem documentos em que dizem ter recebido aquilo que não receberam e não sabem se vão receber.
Um mundo de mentira. Mas o povo não se interessa por isso. O que quer é que a bola role. Não quer saber como. Não quer saber se muitos dirigentes se desgraçam com tanto ir ao cofre pessoal. Nada disso. O que é preciso é que a bola role e que haja muitos jogadores novos.
Está tudo louco e ninguém coloca a mão nisto. Os presidentes da FPF e da Liga tem a obrigação de chamar a atenção: só pode ter clubes profissionais quem tiver dinheiro para isso. Todos os outros devem jogar o que chamaremos "futebol limpo", "futebol sério" e nada de mentiras que duram 10 meses.
Este ano já alguns clubes acabaram e outros, para surpresa de alguns, vão a caminho.
O nosso futebol é uma mentira. Descarada! E não há quem mande neste país e que mande colocar tudo num plano de seriedade. O que é preciso é que o povo tenha a bola para delirar. Já o outro também assim fazia.
Todos deliramos com os feitos do nosso futebol e não só ao nível de selecções. Mas a nível nacional, por cima tudo são rendas, mas por baixo nem fraldas há...
domingo, 8 de julho de 2012
ISTO NÃO É PARA RIR
Voltamos à vaca fria porque Portugal em peso está no cepo. Portugal inteiro não será bem, pois há uma percentagem que não estará nada incomodado pois as suas poupanças e roubanças estarão a bom recato.
Mas a partir de amanhã, dia de trabalho e para quem não tem, a cabeça vai começar a andar à roda, pois pelo que se ouve os trabalhadores do privado é que vão agora levar com a espada na cabeça, enquanto os funcionários públicos e os desgraçados dos pensionistas vão-lhe roubar mais um tanto.
Vai haver igualdade na miséria.
Não se irá mexer no IRS e nas suas tabelas, sobretudo nos escalões superiores; não se irá colocar uma meta séria para os administradores; não se irá ver as contabilidades e os custos que muitas imputam para que o IRC não cresça; não se afia o lápis para as despesas na função pública, nas mordomias dos gabinetes e não se mexe na legião de institutos. Há muito para cortar.
O tempo não é para rir, pois pode estar a rebentar uma tempestade com cachoeiras de lágrimas. Tudo tem um limite.
Mas a partir de amanhã, dia de trabalho e para quem não tem, a cabeça vai começar a andar à roda, pois pelo que se ouve os trabalhadores do privado é que vão agora levar com a espada na cabeça, enquanto os funcionários públicos e os desgraçados dos pensionistas vão-lhe roubar mais um tanto.
Vai haver igualdade na miséria.
Não se irá mexer no IRS e nas suas tabelas, sobretudo nos escalões superiores; não se irá colocar uma meta séria para os administradores; não se irá ver as contabilidades e os custos que muitas imputam para que o IRC não cresça; não se afia o lápis para as despesas na função pública, nas mordomias dos gabinetes e não se mexe na legião de institutos. Há muito para cortar.
O tempo não é para rir, pois pode estar a rebentar uma tempestade com cachoeiras de lágrimas. Tudo tem um limite.
sábado, 7 de julho de 2012
E AGORA?
O Primeiro Ministro e o ministro Gaspar não devem conseguir dormir. Os juízes do Tribunal Constitucional criaram um problema dos diabos. O roubo dos 13. e 14º. meses foi detectado e terá de ser devolvido. Mas o "Trio Maldito" da Troika não vai dar jeito nenhum. Certamente que vão continuar cegos e surdos, isto por Portugal ser muito pequenino.
E que vai fazer Passos Coelho e seu contabilista?
Carregar mais nos impostos. Não vai caír nessa, pois se assim for, finalmente, os portugueses vão acordar. E podem acordar estremunhados...
Apontar às despesas das PPP e dos milhares de institutos, alguns dos quais nem se sabe se existem e se existem para que servem.
Apertar os calos aos ricos e arranjar maneira de fechar a fronteira à fuga dos capitais. Já se fez e se for preciso que se faça outra vez.
Pires Veloso - um homem sério de Abril - disse-o um dia destes que
não lutará por uma revolução, mas sim por imposição. E na imposição pode haver força, dizemos nós.
Que nenhum dos nossos governantes se lembra de apertar o gasganete do povo. Ele já não pode mais. E sabe que ainda há muitos sítios em que se pode ir buscar dinheiro. Há muita gente com os bolsos cheios e muitos outros a gastar à farta, excessos que são do povo.
Cuidado, pois. Muito cuidado
E que vai fazer Passos Coelho e seu contabilista?
Carregar mais nos impostos. Não vai caír nessa, pois se assim for, finalmente, os portugueses vão acordar. E podem acordar estremunhados...
Apontar às despesas das PPP e dos milhares de institutos, alguns dos quais nem se sabe se existem e se existem para que servem.
Apertar os calos aos ricos e arranjar maneira de fechar a fronteira à fuga dos capitais. Já se fez e se for preciso que se faça outra vez.
Pires Veloso - um homem sério de Abril - disse-o um dia destes que
não lutará por uma revolução, mas sim por imposição. E na imposição pode haver força, dizemos nós.
Que nenhum dos nossos governantes se lembra de apertar o gasganete do povo. Ele já não pode mais. E sabe que ainda há muitos sítios em que se pode ir buscar dinheiro. Há muita gente com os bolsos cheios e muitos outros a gastar à farta, excessos que são do povo.
Cuidado, pois. Muito cuidado
NOITE QUE O POVO FOI APLAUDIDO
Na noite da passada de festa o povo de Matosinhos foi aplaudido, distinguido. A Junta de Freguesia de Matosinhos, presidida por António Parada, entregou galardões a "Gente da Nossa Terra". Mais uma vez.
Depois das palavras introdutórias do líder da autarquia, foram entregues os seguintes galardões, depois de ouvida a justificação do prémio, através da leitura do curriculo de cada um.
Receberam a distinção o dr. José Fleming de Oliveira (Ciência), Rancho Folclórico Vareirinhos de Matosinhos (Artístico), Arnaldo Silva (Cultura), eng. Luís Carlos Machado e Nicolau Vaqueiro (Desporto), dr. Albino Valdemar Madureira e Joaquim Queirós (Civismo), Abel Reis Pereira e Internato de Nossa Senhora da Conceição (Benemerência), Conservas Nero, Domingos Norberto Oliveira e mestre Emílio Silva (Profissioanl), e drª. Juíza Joana Salinas e dr. José Manuel Soares de Oliveira (Especial).
Uma noite longa e grande de reconhecimento. Parabéns à Autarquia.
Actuou (e bem) um grupo de música popular de Matosinhos, para nós desconhecido, mas de grande valor artístico.
Depois das palavras introdutórias do líder da autarquia, foram entregues os seguintes galardões, depois de ouvida a justificação do prémio, através da leitura do curriculo de cada um.
Receberam a distinção o dr. José Fleming de Oliveira (Ciência), Rancho Folclórico Vareirinhos de Matosinhos (Artístico), Arnaldo Silva (Cultura), eng. Luís Carlos Machado e Nicolau Vaqueiro (Desporto), dr. Albino Valdemar Madureira e Joaquim Queirós (Civismo), Abel Reis Pereira e Internato de Nossa Senhora da Conceição (Benemerência), Conservas Nero, Domingos Norberto Oliveira e mestre Emílio Silva (Profissioanl), e drª. Juíza Joana Salinas e dr. José Manuel Soares de Oliveira (Especial).
Uma noite longa e grande de reconhecimento. Parabéns à Autarquia.
Actuou (e bem) um grupo de música popular de Matosinhos, para nós desconhecido, mas de grande valor artístico.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
E AGORA?
Aconteceu o esperado pelos ofendidos: o Tribunal Constitucional declarou inconstitucional o corte dos subsídios de Férias e Natal aos funcionários públicos e pensionistas. Mas o subsidio de Férias já lá vai. Os juizes dizem que a decisão só terá efeitos em 2012. Ora, diz o povo e quem ficou sem o dinheiro: então ainda não há tempo para salvar o Natal no Orçamento Rectificativo? A massa em causa não poderá ser recolhida nas gorduras estatais que ainda não foram cortadas? E os milhões que estão a engordar a banca não podem esperar? E, em 2012, então, rape-se um bocadinho a cada um (mais um sacrificio), mas de maneira que toque a todos e não só aos funcionários públicos e pensionistas. Era de prever, senhor Primeiro Ministro. Era de ter em conta, senhor ministro Gaspar. E agora?
SÓ PARA RIR
Miguel Relvas chega à porta da sala de aulas da Lusófona: "Mestre, dá licença". Mestre responde: "Está licenciado".
E ASSIM ACABARÁ PORTUGAL!
Segundo os dados estatísticos no primeiro semestre de 2012 nasceram menos 50% de crianças do que em igual período de 2011. As causas são variadíssimas desde o começar na crise até à nova forma de vida das mulheres que tiveram de deixar de ser mães para serem também fontes de receita de trabalho. Acresce, igualmente, o novo relacionamento dos casais, mas é essencialmente a questão económica. Hoje quase nenhum casal pode ter um filho antes dos 30 anos. E neste limite tem de ser só um. O país vai começar a perder cidadãos. Os números de nascimentos agora registados nos primeiros seis meses é da ordem dos 44.000, o número menor desde que há registo de natalidade.
É premente a necessidade do Estado abrir a possibilidade de apoio desde o berçário e não só aos quatro anos de idade (creche). Os portugueses não podem pagar os cuidados privados que, no mínimo, custam 300 euros mensais. E a grande maioria dos pais não podem.
Acresce que ao índice de 1,4 filhos por casal português, temos uma invasão de emigrantes de países cujo índice anda por volta dos 4/6 filhos, o que nos leva a considerar que a população portuguesa terá de suportar uma percentagem nunca imaginada de outros povos.
Um grave assunto para ser tratado por quem deve e ao qual a sociedade portuguesa não pode ficar alheia.
Na Alemanha as mães deixam os empregos e ficam em casa a criar os seus filhos e, mais tarde, têm o direito a reforma de maternidade.
Outros países que não este acanhado país que nasceu com o filho zangado com a mãe...
É premente a necessidade do Estado abrir a possibilidade de apoio desde o berçário e não só aos quatro anos de idade (creche). Os portugueses não podem pagar os cuidados privados que, no mínimo, custam 300 euros mensais. E a grande maioria dos pais não podem.
Acresce que ao índice de 1,4 filhos por casal português, temos uma invasão de emigrantes de países cujo índice anda por volta dos 4/6 filhos, o que nos leva a considerar que a população portuguesa terá de suportar uma percentagem nunca imaginada de outros povos.
Um grave assunto para ser tratado por quem deve e ao qual a sociedade portuguesa não pode ficar alheia.
Na Alemanha as mães deixam os empregos e ficam em casa a criar os seus filhos e, mais tarde, têm o direito a reforma de maternidade.
Outros países que não este acanhado país que nasceu com o filho zangado com a mãe...
quarta-feira, 4 de julho de 2012
FUGI? EU NEM OS VI...
O Primeiro Ministro esteve em Braga, mas fintou os trabalhadores que estavam à sua espera para uma recepção com bandeiras e contestação. Na Universidade do Minho, Pedro Passos Coelho entrou pela porta da cozinha e deixou a malta contestatária sem soprar no apito. O Chefe do Governo não poderá fazer destas habilidades muitas vezes porque quem contesta começará a saber distribuir-se no terreno. E lá vai a democracia para o galheiro...
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