quinta-feira, 26 de julho de 2012

HÁ 60 ANOS MATOSINHOS TEM ESTA JÓIA

Foi há 60 anos, Julho de 1952, que o general Craveiro Lopes veio inaugurar o Mercado de Matosinhos. Uma obra emblemática e na altura na Península Ibérica. Foi construído por um Homem de Matosinhos - Luís José de Oliveira - que a nossa terra nunca consagrou como merecia, pois para além de um profissional da maior competência, foi figura de grande relevo na área comercial, social e cultural. Finalmente, vai ter uma pequena homenagem. No próximo sábado, pelas 10 horas. Eu que serei um dos 20 ou 30 que ainda estão vivos e que na obra do Mercado colaborei, lá estarei a reviver todos aqueles que fizeram tão grande obra. 

terça-feira, 24 de julho de 2012

A MULHER DOS TOMATES

A deputada Isabel Moreira, da bancada do PS, mostrou ser uma mulher com eles no sítio, ou seja, com os músculos democráticos em plena pujança. Quis fazer uma declaração pessoal na Assembleia da República. A presidente Assunção Esteves não permitiu! Isabel bateu com a porta, traída por ideias que quem dirige a AR diz serem democráticas. E ninguém se levantou a protestar. Uma mulher, uma filha, a quem seu pai, Adriano Moreira,   terá obrigado a um sorriso de satisfação. Mesmo vinda da Esquerda.

O POVO NÃO É PARVO PARA ACREDITAR

Passos Coelho no lauto jantar de fim de ano na Assembleia da República, apresentou-se mais magro e de cabelo aparado. Disse que anda a fazer dieta, mas comeu rosbife e um gelado com frutos vermelhos a enfeitar. Não dá para engordar, mas dá para falar tentando enrolar o povo que o ouviu no jantar e fora dele. Disse o PC "que se lixem as eleições". Como se alguém acreditasse nisso, muito embora muitos dos presentes tenham perdido o apetite e cá por fora Portas e toda a sua prole política também não tenham gostado da ementa do chefe dos laranjas. E o que terá pensado a oposição. Certamente o mesmo: que se lixem as eleições. Pois Seguro não está seguro nessa coisa do povo votar...

segunda-feira, 23 de julho de 2012

GUERRA NO BOXE

O boxe do Leixões tem uma madrinha "KO" na música. Trata-se de Rita Guerra. Na foto ela está com a gloriosa camisola vestida, ao lado de seu irmão e atleta da modalidade Pedro Guerra e do mentor da mesma Fernando Peneda. Ora digam lá se a bonita camisola não fica bem no corpo da famosa cançonetista. Ela esteve a assistir ao Leixões-Rio Ave e conversou com o presidente Carlos Oliveira. É que o Leixões não é só chuto na bola. E pode ser que a Rita seja necessária para um soquito a alguém...

É PRECISO TER LATA

Realmente é preciso ter lata! No actual conhecimento das contas do 1º semestre, o Governo atirou foguetes e apanhou as canas porque as despesas com pessoal tiveram uma descida. Ora não podia acontecer outra coisa. O corte do subsidio de férias aos funcionários públicos e pensionistas só podia resultar em tal. Ora governar, poupar, à custa de quem trabalhou ou já trabalhou, é fácil para quem corta, mas é desesperante para quem sofre o corte.
Sofre-se duas vezes: com o roubo do dinheiro do bolso e com depois a alegria de quem nos roubou. Grandes políticos. E não há quem os corte do mapa!

sábado, 21 de julho de 2012

DIFICILMENTE HAVERÁ IGUAL

Foi hoje a sepultar o professor. José Hermano Saraiva, um nome controverso para os políticos nascidos do 25 de Abril, tal como o fora para uma grande maioria do Estado Novo. Um Homem de Portugal, um Homem da História e que a sabia contar como ninguém. Dificilmente haverá um comunicador igual. Só Agostinho da Silva esteve perto dele, tal como Vitorino Nemésio.
O professor Saraiva acabou no mundo dos vivos, mas continuará, graças à ciência, a poder estar no serão dos portugueses através da TV na reprodução da sua memória. Pena que muito poucos se foram dele despedir. Hipócritas e falsos portugueses.

DESTA VEZ ESTOU DE ACORDO COM ELE

Já conheço Pinto da Costa há 50 anos. Convivemos e discordamos como delegados do Leixões e FC Porto, na Associação de Patinagem, convivemos no mundo do futebol, deixe de o considerar desde que "ordenou" a agressão a meu filho no Estádio do Restelo, mais me afastei quando ajudou o Leça e não "gostava nada" do Leixões, afastei-me mais nas guerras e no prejuízo moral que tem dado ao futebol e desporto nacional, mas, neste momento, faço um acto de contrição, pois estou com ele quando afirma que se "o Governo ordenasse um imposto sobre as noticias falsas que proliferam nos jornais, estava salva a pátria", ai, aí estou com ele. Como velho e reformado profissional da comunicação social, realmente sinto vergonha pelo que leio. Tem razão, caro Pinto da Costa. Mas só hoje.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

O NOSSO HENRIQUE

Conhecemos o Henrique desde menino e moço. Sempre atento o que se passava a seu lado. Voluntarioso, impulsivo até. Aos 18 anos, na qualidade de seleccionador de juniores da AFPorto, eu seleccionei-o e ele foi o esteio da equipa. Estava ali a nascer gente grande. Foi treinador vitorioso, em Portugal e no estrangeiro. Não se perde só no futebol e consegue fazer pontes até na área de relações económicas. É um verdadeiro embaixador. Foi um raro político sério. É, neste momento, uma figura importante na salvação e estabilidadade do seu Leixões.
Merece esta minha nota respeitosa. E de toda a gente que como ele gosta de Matosinhos e do Leixões.

AS CASTANHAS TAMBÉM?!

A nova determinação do Governo obrigará, a partir de 1 de Janeiro de 2013 que seja obrigatório a passagem duma factura na compra de uma bica, do almoço, do papo-seco na padaria com um cheirinho de manteiga, no corte do cabelo, no saborear de uma fartura na feira, na compra duma lingua da sogra, de um gelado e das saborosas castanhas. Um mundo de escrituração. Feitas as contas, um agregado familiar de quatro pessoas terá de juntar 36.322 facturas para conseguir descontar 250 euros no IRS. E uma nota importante, não esquecer nunca o seu número de contribuinte. Conclusão: já ninguém sabe o que diz e o que faz. 

quinta-feira, 19 de julho de 2012

OBRIGADO, CARLOS OLIVEIRA

O Leixões venceu mais uma crise. A nona ganha, seguida, por Carlos Oliveira. Atingiu o limite do aceitável. Matosinhos deve ter vergonha por obrigar este homem a defender o Leixões que nem sequer é o clube da sua terra natal. Por isso deve ser ouvido e agradecido, ouvido e ajudado. O que não tem acontecido.
Obrigado, Carlos Oliveira. Viva o Leixões!

COMO NOUTROS (MAUS) TEMPOS

O ministro da Defesa, de quem esqueci o nome, reagiu da forma que reagiu às palavras (certas) de D. Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas, quase insinuando a sua despromoção e, se possível, o exílio. Pecado do Bispo: falar verdade, a verdade sem medo, que a Igreja Católica deve pregar e não ficar aninhada, quase tremeliques de receios, ao reagir ao diferendo ministro-D. Januário.
Fez-me lembrar esta situação a carta-aberta de D. António Ferreira Gomes, então Bispo do Porto a Salazar. Ou não lembra?
Pobres consciências ou desconhecimento, sobretudo do ministro que devia ser uma criança quando tal aconteceu.
Neste momento de sofrimento dos portugueses as palavras de D.Januário são uma benção, como foram as de D. António e as de D. Manuel Martins, nos tempos negros da margem sul do Tejo. E aí, também Cavaco não gostou. É que os políticos não pecam...

terça-feira, 17 de julho de 2012

QUE DEUS O AJUDE

D. Januário Torgal, só podia ser Bispo das Forças Armadas, mas de Abril. As suas palavras abrem as portas à revolução. Ele diz aquilo que diria Cristo se por cá voltasse à andar, na era das novas técnicas da comunicação. Não deve nada à política partidária, mas sim à política de solidariedade, de bem estar do povo, da justiça. Sabe colocar o dedo na testa dos pecadores e que são muitos. Por isso eles reagem, mal. Por sua vez, a Igreja Católica, como sempre fez ao longo dos tempos, encolhe-se e olha para Januário como olhou para Manuel.
Que Deus o ajude, D. Januário. Pregue uma penitência dura a esses pecadores que estão infernizar a nossa vida, os tais "diabinhos negros".

domingo, 15 de julho de 2012

GOOOOLO DO LEIXÕES E DE MATOSINHOS

Goooooooooooooooooooolo! O Leixões venceu, Matosinhos ganhou. Há um sinal de felicidade no rosto de Carlos Oliveira e da gente, quase toda a gente da cidade. Afinal, ainda não foi desta que o clube morreu ou que o mataram.
O Leixões vai voltar a pisar a relva do Estádio do Mar. Carlos Oliveira, pela NONA VEZ conseguiu o milagre, mas não há espaço para continuar a manter esta vida.
O Leixões e Matosinhos vão ter de ter outro comportamento. Só poderá ter ambições de acordo com as suas posses, com o investimento dos matosinhenses e dos que vivem de Matosinhos. Há que dar, por outro lado, oportunidade aos nossos "bebés", deixando de permitir que vistam as camisolas rubro-brancas gente que vem ao clube para se promover ou dar uns chutos na bola sem empenho a não ser receber o salário.
Parabéns aos gestores do Leixões Sport Clube e, sobretudo do Leixões Futebol SAD. Obrigado pelo empenho e pelo sofrimento sofrido. Obrigado, Carlos Oliveira, o verdadeiro "ponta de lança" que marca, todos os dias, golos de esperança.
E, agora, leixonenses, muita união e compreensão. 
E aqueles que estavam à espera do fim, pois que continuem a esperar.

sábado, 14 de julho de 2012

TREINADOR DE FUTEBOL + 4

Numa discussão interessante sobre os gastos do futebol, falou-se nos exageros dos técnicos e das despesas inerentes à preparação.
Um clube contrata um treinador e logo tem de contratar, pelo menos mais três ou quatro. É o adjunto, o treinador de guarda-redes, o preparador físico e o olheiro. São os estágios de pré-época a quilómetros e quilómetros da sede clube, as despesas de deslocação e alojamento, etc, etc. Depois durante a prova são também os estágios, o material de treino e uma equipa, se possível de 18 ou 19 jogadores para cada partida. Não há dinheiro que chegue e só um ou dois é que tiram resultados lucrativos disso.
Eu sou do tempo em que o clube só tinha um treinador e este era pau para toda a obra. A pré-epoca era feita em Matosinhos, local onde durante a época se jogaria, a praia de Matosinhos e o pinhal de S. Brás (Pedroto dizia que era dos melhores locais de treino e oxigenação que conhecia). Mas agora os tempos são outros, apesar do dinheiro ser menos ou quase nenhum.
Ora, pegando nesta reflexão, a nossa opinião é que o Leixões deverá ter um bom treinador e dentro da casa arranjará um bom adjunto e que também seja preparador físico. Os guarda-redes não é dificil um dos dois treinadores os treinarem, pois conheci um treinador (camepão no Leixões) que não sabia chutar e os treinava com a mão...
O treino da ´pré-época tem um Estádio do Mar capaz, uma praia imensa, um parque da Quinta da Conceição, um monte de S. Brás, e um local de alimentação capaz de entrar numa colaboração interessante. E, para jogo, apesar da Liga agora permitir que possam estar no banco 23 jogadores, 16 já é número suficiente. E até, porque normalmente, o treinador já tem os seus 10 preferidos...
Vamos lá poupar, inovando.

A DESGRAÇADA MENTIRA POLITICA

Realmente a mentira tem perna curta. Continua-se a falar na injustiça do Tribunal de Contas não autorizar a Câmara de Matosinhos a comprar o Estádio do Mar, por seis milhões de euros. Repetimos, seis milhões em 10 anos. A Câmara, ainda, no valor proposto deduziu o já gasto na construção da bancada!
Ora que se saiba, o Tribunal de Contas, nunca levantou a voz para as centenas de milhões que foram gastos e muitos ainda estão para pagar, com o Estádio Municipal de Braga, Aveiro, Coimbra, Leiria e Algarve, entre outros.
Matosinhos que construiu - E PAGOU - o seu estádio com o dinheiro do seu povo, sobretudo do que labuta no mar, é alvo duma decisão cega, a cheirar a incompreensão a que alguns chamam perseguição. E, como se não chegasse tamanha cegueira e mau comportamento, há tristemente em Matosinhos, como é o caso do Padroense, quem apoie a censura do TC, não se lembrando que o parque desportivo magnifico que possui foi na sua quase totalidade pago pela Câmara de Matosinhos. É o raio também da luta política, mas embrulhada mentira. Uma lástima.
Acresce que todos os clubes do concelho possuem instalações desportivas que são municipais ou pagas aos clubes pelo Munícipio. Que apareça quem me queira desmentir, sobretudo os muitos amigos que temos no Padrão da Légua. Mudam-se os tempos e os líderes politicos e mudam-se as vontades. Nem que tenha de entrar em campo a mentira.
Também aqui o Leixões merece justiça por parte do Tribunal de Contas. Também aqui o Tribunal de Contas deve apreciar a lisura da proposta da Câmara ao Leixões. Também aqui, alguns clubes de Matosinhos devem ser gratos e não ingratos, devem ser de Matosinhos e não de outras paragens.   

UNIÃO FAZ A FORÇA E O MILAGRE

A vida do Leixões está a necessitar cada vez de mais da força e união de todos os leixonenses e matosinhenses. Tem de banir, sem qualquer receio, todos aqueles que procuram ser falsos seguidores, impostores e outros vítimas da cegueira política.
Carlos Oliveira, em vésperas da festa ao Mártir S. Sebastião, aparece flagelado pelos mais diversos ataques, num calvário de cerca de nove anos, com os bons leixonenses, que geram a "união leixonense", a pedir-lhe que faça o quase impossível para não deixar o clube e a procurarem desagravar o presidente e a sua equipa admnistrativa da SAD, vítima duma legislação cega e duma Justiça que interpreta tal cegueira.
A SAD do Leixões que tem vindo a entregar um valor de 400 e tal mil euros, que estabeleceu um acordo e que tem vindo a cumprir, faltando somente menos de metade daquele valor, não foi absolvido pelo interesse demonstrado, antes lhes foi colocada  a decisão de prisão pelo crime "hediondo" de não cumprirem: nove meses de cadeia, com pena suspensa! Gestores que nunca usufruiram de qualquer cêntimo pelo seu trabalho, antes, o presidente foi ao seu bolso buscar valores avultados para acudir a pressões de gestão.
Mas o povo do Leixões não se cala e não aceita, sem apresentar as suas razões em recurso. Então, se voltará a discutir o "crime do Leixões".
Numa reunião na noite da passada quinta-feira, Carlos Oliveira esteve reunido com leixonenses, que fazem parte da "União Leixonense". Disse da sua mágoa, historiou o caminho de calvário que tem sido a sua vida no clube, abrindo caminho para se afastar do mesmo, entregando a sua cadeira a quem se mostrar capaz de resolver a situação de grave crise do Leixões.
Contestou a dureza da pena sofrida, mas mostrou-se convicto que a mesma, após recurso, dirá da injustiça da mesma.
Historiou perante mais de uma centena de associados o que tem sido a sua existência à frente da SAD, o sacrificio de nove anos consecutivos para inscrever o clube nas provas nacionais de futebol, bem como sublinhou que "ao contrário do que muitos dizem, nunca precisou do Leixões para o seu sucesso empresarial, agora ainda mais enaltecido pela sua empresa ter sido considerada a melhor empresa nacional no sector de sinalização". Focou, ainda que, para além desse sucesso, já está a trabalhar em Cabo Verde, Angola, Moçambique e outros países.
Disse, ainda, da sua mágoa por muita gente cega pela política que querem afectar o Leixões e outros por interesses pessoais. Deixou bem expresso onde está a ferida. E o povo leixonense percebeu-o.
Informou das negociações a que se tem votado, dia e noite, para, mais uma vez, inscrever o clube, deixando a nota importante que o clube não acaba e vai ser inscrito, mas terá de viver ainda mais dentro de um orçamento mais apertado, contando cêntimos a cêntimos.
Todos os presentes, com aplausos, seguiram as palavras de Carlos Oliveira.
Presente na reunião, por breves momentos, o presidente da Câmara, Guilherme Pinto, que para além de historiar a vida de Carlos Oliveira no clube, foi ali desagravar a situação dele e dos seus colegas de Administração pela sentença, para ele injusta, da Justiça ao julgar o processo duma falta de entrega de imposto que está a ser entregue, mercê de um acordo, mas que a Justiça decidiu sobrelevar o crime que a lei (mal) prevê.
O autarca crê em melhores dias e abraçou o presidente leixonense.
E a noite prosseguiu. Carlos Oliveira a todos falou e ouviu, deixando a certeza que a semana que aí trará boas novas, e um clube baseado na realidade financeira que possue, irá lutar, com gente jovem, se possivel com gente de Matosinhos. Deu ainda a conhecer que existe a possibilidade da entrada na SAD de investimento duma empresa internacional.
Em suma: a união está a fazer a força. Carlos Oliveira certamente que não dormiu melhor, mas o conseguir ter desabafado lhe fez bem. Obrigado, Carlos Oliveira.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

VAMOS MOSTRA QUEM SOMOS E O QUE VALEMOS

Este homem - Carlos Oliveira - e mais os seus três colegas de Administração da SAD do Leixões, estiveram hoje sentados no banco dos réus do Tribunal de Matosinhos, ouvindo uma sentença de prisão de um ano, com pena suspensa, mas com o carimbo de "criminosos". Ouviram o douto tribunal, sem apelo nem agravo, a tratá-los como malfeitores continuados. 
Não queremos discutir esta pedrada da Justiça, mas queremos pois, mais uma vez, a Justiça julgou e condenou gente de bem, gente solidária, gente competente, exemplos na sociedade, só porque se dedicaram a uma causa que é de Matosinhos, lutaram e sofreram dificuldades e na hora do julgamento pela simples falha do não pagamento ao Estado, foram tratados como um qualquer cadastrado. O seu estatuto de gente de bem para nada serviu. A sorrir, andam aí à solta, devedores de milhões, essas sim associações de malfeitores. E alguns até são condecorados.
Por isso, nós todos, sobretudo os leixonenses, devemos procurar e conseguir desagravar esta gente boa que se dedicou até à exaustão fisica, financeira e moral pelos nossos ideais.
A hora é de chamada geral. Os que bateram nas costas de Carlos Oliveira - e que agora não se sabe aonde param! - terão de surgir a seu lado e ajudá-lo a suportar a ciclópica crise que o Clube atravessa, incluindo o seu próprio desaparecimento.
A comunicação social já começou a tratar-nos com gente fora da lei, a colocar ainda mais pedras no caminho do Leixões. Nós não somos clube grato para muitos e alguns dizem ser vizinhos amigos.
Vamos à luta. Sou um leixonense velho, mas o que puder por ajudar e por não deixar enlamear aqueles que, sem qualquer benesse, se entregaram ao nosso Clube.
Carlos Oliveira, Fernando Rocha, Sílvia Carvalho e Rui Costa, obrigado pelo vosso sacrifício e martírio da alma. 
Nós temos de limpar o bom nome desta gente e do Leixões. Como? Lutando em todos os espaços da cidade e fora dela. Somos gente e os nossos antepassados não nos perdoariam se ficássemos quietos ou vilmente entretidos na intriga.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

MIAU

Acabei de deitar foguetes por uma neta e ia esquecendo a irmã. Já temos mais uma licenciada e esta em Enfermagem Veterinária. Andou lá por Bragança, pisando a relva, não o Relvas e, agora, venha o gato com reumatismo, o cão com a voz rouca, o canário com o bico inflamado e a vaca com o leite estragada. A Joana, zás, é só calçar as luvas. Parabéns, neta. Não aleijes muitos os bichinhos.

A MINHA NETA MAIS VELHA

Realmente estou velho, mas feliz. A minha neta mais velha - a Inês - já é a senhora doutora (só srª. drª.). Quem diria que aquela coisa pequenina e rosadinha, num instante cresceu e agora já tem no bolso a licenciatura sobre Línguas e Ciências Políticas. Mas fez as cadeiras todas e nos anos não necessárias. Não foi como o ministro Relvas. Parabéns, minha querida. Falta agora ter sorte e aparecer o emprego.

COITADOS DOS JUÍZES

A decisão do Tribunal Constitucional sobre a inconstitucionalidade do corte do 13º. e 14º. meses, a confusão havida no Ministério das Finanças, está a provocar uma onda que vai constituir um "tsunami" nos tribunais. Requerimentos e requerimentos vão dar entrada, sobretudo dos funcionários públicos a reclamar da ilegalidade e a querer o dinheiro de volta. Eu não sou funcionário público, mas sou aposentado e também me meteram a mão no bolso. E que falta me fez. Ai, não perdoo, mas também não hesitarei em entregar o meu papelzinho para o que me roubaram volte à posse dono. Ou há moralidade ou comem todos.